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Patrocínio Ginástica Rítmica para crianças

Desde 2005 a Norsul vêm patrocinando o projeto Nadar, que oferece aulas de natação para cerca de 50 crianças de São Francisco do Sul e também um projeto de Ginástica Rítmica para crianças da região.

Ginástica Rítmica

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Polêmica

Nota publicada na coluna de Rogemar Santos no jornal Notícias do Dia em 22/07/2010

Polêmica


Continua a polêmica pela moção apresentada pelo vereador joinvilense Adilson Mariano (PT) na Câmara de Joinville contra a instalação do Terminal Marítimo Mar Azul, em São Francisco do Sul. Tal moção aprovada fez os dois municípios entrarem em choque. Empresários cobram como um parlamentar eleito em uma cidade pode tentar influenciar na cidade vizinha? Isto também moveu alguns vereadores franscisquenses, que se reocuparam com as consequências quanto ao investimento no município.

Ocorre que o Terminal Mar Azul deve trazer muitas divisas, pois suas cargas são de siderurgia, fabricadas pela ArcellorMittal. O vereador Mariano já antecipou que sua única preocupação foi com o respeito ao meio ambiente.

Campanha pró-empresas

Editorial publicado dia 14/07/2010 no jornal Gazeta das Praias de São Francisco do Sul.

São Francisco do Sul deve urgentemente colocar em prática em níveis governamental, empresarial e comunitário uma campanha em prol do desenvolvimento econômico da cidade. O prefeito Luiz Zera está fazendo a sua parte. Na semana passada mesmo, recebeu em seu gabinete os executivos da empresa Paranapanema S/A, de São Paulo, que tem interesse em instalar na cidade a sua mais moderna fábrica de laminação de cobre. Um investimento de US$500 milhões que vai gerar mais de 400 empregos diretos e indiretos em nossa cidade.

Polêmico , mas importante – Outro grande empreendimento em nossa cidade, que certamente pode ser considerado um modelo de construção de baixo impacto, é o Terminal Marítimo Mar Azul. Os ambientalistas de plantão são contrários ao empreendimento e desatam um rol de impropérios contra a instalação do terminal e do Centro de Distribuição de Cargas. Para quem não sabe, as cargas são para alimentar a linha de produção da ArcellorMittal.

Quem conhece o projeto sabe que o projeto é bom, viável e ambientalmente correto. Se a Companhia de Navegação Norsul anuncia que atualmente, com o seu modesto escritório em frente ao restaurante do trapiche, já emprega francisquenses, é de se acreditar que a obra pronta irá gerar mais empregos e renda para a cidade. Assim como estão fazendo com o Mar Azul, estes “ambientalistas” também farão com a Paranapanema o mesmo, ou seja, com argumentos variados irão dizer que a instalação da Paranapanema será um desastre ambiental. E aí fica a pergunta: até quando São Francisco do Sul vai ficar à mercê de pensamentos antiprogressista quando na verdade estas mesmas pessoas deveriam lutar para projetar um futuro mais promissor para seus herdeiros e familiares. Este sim seria um papel cidadão responsável para consigo mesmo e para o futuro das próximas gerações.

Esta campanha irracional de “aqui não” nos levará a uma terra do “nunca teve”. Então é hora de mudar este paradigma e estimular sim um desenvolvimento socioeconômico sustentável e harmonioso com o meio ambiente. Isto é inteligente e não impede o sagrado direito de progresso da natureza humana. Portanto, que venham os bons empreendimentos. Que venham valorizar nossa bela área verde que possamos fazer aqui o nosso futuro, ainda que tardio.

O desenvolvimento será inevitável tanto lá como aqui em São Francisco do Sul

Matéria publicada em 14/07/2010 no jornal Gazeta das Praias de São Francisco do Sul

O desenvolvimento será inevitável tanto lá como aqui em São Francisco do Sul

A possibilidade de o Estaleiro OSX, de propriedade do grupo liderado pelo empresário Eike Batista, ser instalado em São João da Barra, no Rio de Janeiro, e não em Biguaçú, na grande Florianópolis, está deixando as lideranças políticas de cabelo em pé. Até o governador Leonel Pavan tomou partido e, na quarta-feira da semana passada, participou da comitiva que conversou com a Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

O empreendimento encontra resistência do Instituto Chico Mendes. Segundo o presidente da entidade, Ricardo Castelli, a área onde seria construído o estaleiro, é vizinha a três unidades de conservação (Reserva Biológica Marinha do Arcoredo, Estação Ecológica de Carijós e Área de Proteção Ambiental de Anhatomirim), e os conseqüentes impactos ambientais da obra naqueles ecossistemas, são as justificativas para o Instituto se manter firme em seu propósito contrário ao OSX. Castelli sugere três ambientes naturais do Estado como alternativas à instalação do Estaleiro OSX. Uma delas é a Baía da Babitonga, em São Francisco do Sul.

Mesmo com o posicionamento do Instituto Chico Mendes contra o estaleiro, os políticos fazem questão de que o OSX fique em Biguaçu. “A construção do estaleiro vai gerar muitos empregos e tributos e, além disso, vai fomentar toda a cadeia produtiva e inserir o estado nos projetos do pré-sal”, defendeu Jorginho Melo, salientando que os preceitos ambientais devem ser seguidos conforme rege a legislação, “mas não podem servir de desculpa ou de manipulação para impedir o desenvolvimento catarinense”.

A instalação do Terminal Marítimo Mar Azul, traz uma reflexão ao povo francisquense: enquanto aqui em São Francisco do Sul ambientalistas, políticos, sindicalista e empresários se posicionam contra um empreendimento que absorve modernas técnicas construtivas capazes de reduzir os potenciais impactos para a sua instalação – no caso, o Terminal Marítimo Mar Azul, na grande Florianópolis, onde o turismo prospera, onde se situa a capital do Estado, todos unidos, se posicionam a favor de um empreendimento de alto impacto ambiental, e que será construído no quintal de três unidades de conservação. Que dizer, para lá o discurso ambiental não serve, mas para cá, ele vale? Ou ainda, para os amigos a lei, aos inimigos, o rigor da lei? Como assim?

Dizem os defensores do Estaleiro OSX que o mesmo gerará “milhares de empregos” em Biguaçu, sem esclarecer exatamente se serão empregos diretos, nem mesmo como isso será possível se é conhecido empreendimentos como o OSX não geram não mais do que 3.500 empregos, diretos e indiretos. Parece que nessa defesa exaltada de políticos favoráveis ao OSX falta clareza sobre os reais interesses sociais e econômicos. A sociedade civil ainda espera argumentos fundamentados em dados, não em falácias, coisa que até o momento não foi exposto de maneira transparente.

Já o Terminal Marítimo Mar Azul, em São Francisco do Sul, está à frente no quesito “transparência”. Todo o projeto de instalação e prospecções futuras do empreendimento estão disponíveis em www.terminalmarazul.com.br. Por ser público, é possível saber que o terminal gerará em São Francisco do Sul, com baixíssimo custo ambiental, no mínimo, 120 empregos diretos em todas as categorias e níveis de qualificação e formações.

O empreendimento também vai naturalmente retirar quatro mil carretas de caminhões do Centro da cidade, reduzindo o tráfego destes caminhões de oito quilômetros (da ArcellorMittal ao Porto de São Francisco do Sul), para 2,5 quilômetros. Isso sem falar que as barcaças da Norsul, são registradas na cidade, gerando emprego e renda, portanto, ao município.Ainda tratando sobre o aspecto ambiental, o Terminal Marítimo Mar Azul, quando instalado, terá preservado na integridade 76 mil metros quadrados de mangues, as características naturais e paisagísticas de mais de 70% da área onde se pretende instalar o “sítio” deste moderno empreendimento em São Francisco do Sul.

O que vale mais?

Enquanto a Prefeitura de São Francisco do Sul vem conversando com empresários brasileiros e estrangeiros de olho no desenvolvimento econômico de São Francisco do Sul – fundamental – para a cidade, entidades que se autodenominam protetoras do meio ambiente fazem de tudo para fazer com que o potencial do município para o futuro fique restrito a exploração dos espaços naturais que infelizmente tem uma contribuição restrita na geração de emprego e renda, e também, na qualidade de vida dos cidadãos franscisquenses.

Em e-mail recentemente multiplicado pela internet questionando o posicionamento do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, que indicou a baía da Babitonga como um dos locais potenciais para a instalação de um estaleiro, a bióloga Marta Cremer deixa claro o seu posicionamento atrasado e tacanho sobre o desenvolvimento econômico da cidade.
Cabe aqui um questionamento: o que seria melhor para a senhora Marta Cremer? Uma cidade sem a geração de emprego e renda, dependente dos municípios vizinhos da região Norte do Estado ou uma cidade com autonomia, preparada para o futuro e antenada com os melhores projetos empreendedores que se atentam obviamente à sustentabilidade ambiental?

O que seria de São Francisco do Sul se não fossem as poucas, mas importantes empresas que se instalam em seu território. Teriam os francisquenses a mesma renda e emprego se não existissem na cidade empresas pujantes e empregadoras, e duramente criticadas pela bióloga Marta Cremer?

O que a senhora Marta Cremer demonstra com seu pensamento atrasado e, por que não dizer, inconseqüente, é que, na verdade, ela pouco se importa com os cidadãos francisquenses. Sim, porque ela não depende da cidade para ganhar o seu salário. O mesmo pode-se dizer de algumas ONGs autodenominadas de ambientalistas e de alguns indivíduos que igualmente preocupam-se mais com questões comerciais e políticas do que propriamente com o crescimento de uma cidade que desde 1504 luta pra ser um grande centro de economia marítima.

Falando nisso, o Porto de São Francisco do Sul comemorou no dia 1º de julho 55 anos de atividades. O porto cresce e se desenvolve, e a custa de que? Das empresas que fazem dele a sua porta comercial para o mundo. Lutando como a senhora Marta Cremer luta para que a cidade de São Francisco do Sul torne-se, utopicamente, um santuário imaculado de proteção ambiental, onde qualquer fumaça mais mal cheirosa ou um píer que avance de forma ambientalmente correta sobre a baía da Babitonga, sejam alvos de ataques gratuitos e comprovadamente sem argumentos técnicos ou científicos, contrários ao desenvolvimento da cidade.

O que vale mais? Radicalizar de vez os empreendimentos propostos para o Município de São Francisco do Sul conforme bandeira da bióloga Marta Cremer e companhia não gerando emprego algum ou um emprego em um empreendimento sério e ambientalmente sustentável, como proposta do Terminal Mar Azul, que gere renda à população e ao município.

Audiência Pública sobre os impactos socioambientais do Porto Mar Azul, realizada em 31/05/2010

Mesmo com um processo de licenciamento transparente e analisado por órgãos e entidades responsáveis e competentes, o Terminal Marítimo Mar Azul voltou a ser alvo de críticas, desta vez na audiência pública sobre os impactos socioambientais do terminal, promovida pela Comissão de Turismo e Meio Ambiente da Assembléia Legislativa no salão paroquial da Igreja de São Francisco do Sul no dia 31 de maio deste ano.

Lamentamos o fato de somente ter recebido a ata oficial da audiência no fim da semana passada. A demora pode ser vista como resultado de uma audiência equivocada desde a sua organização, tendo em vista que soubemos de nosso direito de manifestação na audiência somente horas antes de sua realização. Tal fato quase deixou de fora o principal ator deste processo, que é o Terminal Marítimo Mar Azul.

Também lamentamos a ausência dos próprios organizadores, principalmente o deputado Dirceu Dresch, presidente da Comissão de Turismo e Meio Ambiente da ALESC. Em seu lugar, tivemos na mediação da audiência a deputada Ana Paula Lima, que oficialmente não responde pela referida comissão. Também estava presente o pré-candidato à reeleição a deputado federal, marido da deputada Ana Paula Lima, o qual inflamou a platéia presente com acusações infundadas contra o Terminal Marítimo Mar Azul e a Companhia de Navegação Norsul.

Boa parte das acusações infundadas contra o Terminal Mar Azul e a Companhia de Navegação Norsul foram desmentidas por algumas das autoridades presentes, como o delegado da Capitania dos Portos de São Francisco do Sul, Comandante Marcos Werneck.

Temos convicção de estarmos trabalhando num projeto inovador em São Francisco do Sul, que será exemplo de responsabilidade social e ambiental, bem como uma alavanca para impulsionar ainda mais o desenvolvimento econômico da região.

Hemily é Bi-Campeã estadual de Judô Sub-23

Hemily Gonçalves de Almeida, judoca francisquense patrocinada pela Norsul, sagrou-se Campeã Estadual de Judô Sub-23, em sua segunda edição. Instituída pela Confederação Brasileira de Judô, a competição foi realizada sábado dia 12 de junho de 2010, na cidade de Florianópolis, portanto nossa atleta é bi-campeã por ser campeã de 2009 e 2010.

Hemily

Junto com o Campeonato Estadual Sub-23, foi realizada a Seletiva Estadual para formação da Seleção Catarinense para o Campeonato Brasileiro que será realizado nos dias 17 e 18 de julho na cidade de Curitiba – Pr., Hemily também foi Campeã e integra a Seleção Catarinense de Judô.

Estas conquistas são frutos do esforço, dedicação e muito treinamento da jovem francisquense. Hemily desloca-se diariamente até a cidade de Itajaí para ter um treinamento a nível de competição com o sensei Cel Otavio. A jovem tem abdicado de seu lazer para mostrar que São Francisco do Sul pode se destacar nos cenários esportivos Estadual e Nacional.

Especial sobre o Terminal Mar Azul

Foi publicado no jornal A Tribuna de Santa Catarina um especial detalhando todo o projeto do Terminal Mar Azul.

A instalação do Centro de Distribuição (CD) Mar Azul, já devidamente autorizado
pelo Ibama, e a construção do Terminal Marítimo Mar Azul, em fase de
aprovação do licenciamento ambiental também pelo Ibama, representará
uma injeção de desenvolvimento econômico significativa e de alívio no transporte
de cargas pelas vias da cidade.

Também será um marco de sustentabilidade
ambiental, sem falar nos benefícios sociais que o empreendimento trará
à comunidade do bairro Rocio Grande, vizinha do terreno destinado à instalação
do terminal, que em breve começará a dispor de uma série de iniciativas
sociais desenvolvidas pela direção do empreendimento.

(…)

Leia na íntegra o Especial sobre o Terminal Mar Azul.

Investimento no Terminal Mar Azul

Nota publicada na coluna Livre Mercado de Claudio Loetz do jornal A Notícia:

R$ 100 milhões

O terminal portuário Mar Azul, no Rocio Grande, em São Francisco do Sul, atenderá às necessidades da ArcelorMittal Vega e da Norsul. Movimentará bobinas de aço em dois berços de atracação. O calado (profundidade) no local é de nove metros. O investimento previsto soma R$ 100 milhões, diz o diretor da Norsul Herbert Markenson. A construção do porto privado está embargada por sentença judicial atendendo a ação civil pública do Ministério Público Federal à espera de licenciamento ambiental. Audiência pública pedida por ONGs ambientalistas será realizada na segunda-feira. O licenciamento ambiental do centro de distribuição para o terminal foi obtido em novembro do ano passado. O empreendimento agrega desenvolvimento à cidade e sofre restrições de órgãos ambientalistas.

Considerações de práticos da região sobre o Terminal Mar Azul

Editorial escrito pelos práticos Carlos Alberto de Oliveira e Mário Bernstorff e publicado na edição de maio do jornal Nossa Ilha de São Francisco do Sul.

Considerações sobre o Terminal Portuário “Mar Azul”

Vimos expressar nossas considerações sobre a instalação do terminal portuário, denominado “Mar Azul”, dentro da baía da Babitonga, em São Francisco do Sul, para atender, principalmente, ao projeto “Vega do Sul”.

O local onde se prevê a instalação do empreendimento, no Rocio Grande caracteriza-se por apresentar profundidades adequadas para os berços de atracação, área de manobra livre e canal de acesso, itens imprescindíveis para a segurança de manobras num terminal marítimo.

Temos conhecimento que o empreendedor realizou mais de uma batimetria na área pretendida, comprovando que o local apresenta especiais condições de navegabilidade do canal de navegação até a área onde se prevê a instalação do terminal.

Os órgãos de meio ambiente devem dar mais atenção e prioridade à qualidade hídrica da Babitonga, que diariamente, há anos, sofre com toneladas de resíduos tóxicos provenientes, em maior parte, do sistema de esgoto sanitário e industrial de Joinville desde a década de 1950, quando o canal de acesso ao então Porto de Joinville teve expressiva e intensa movimentação de embarcações.

Com o crescimento de Joinville, aumentaram os despejos. Certamente, a diminuição do pescado, crustáceos e até moluscos na região da Babitonga, deve-se a essa poluição já existente há longos anos e para a qual se está dando pouca ou quase nenhuma atenção.

Em nossa opinião, baseada na experiência que a prática nos confere, acreditamos que a instalação do Terminal Portuário “Mar Azul” não trará prejuízos ecológicos ao ecossistema da Babitonga. Trará, sim, significativos benefícios para São Francisco do Sul.

Carlos Alberto de Oliveira e Mário Bernstorff, práticos