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Novo terminal as margens da babitonga

Matéria publicada no Portal de São Francisco do Sul em 9 de setembro de 2010:

Novo terminal as margens da babitonga

Tanta competitividade certamente retira as oportunidades dos nossos trabalhadores portuários. O moderno ‘eco projeto’ de um terminal privado como o do Mar Azul traz em sua proposta uma oferta de empregos e mais receita para investir na infraestrutura da cidade.

O projeto do novo Terminal Marítimo possibilitará a preservação de grande parte da área do terreno, devendo ser mantidas as características naturais da área, assim como o valor paisagístico da região e a biodiversidade local. Não haverá obras de dragagem, uma vez que os píers serão instalados no canal natural da baía, o píer interno em uma cota batimétrica média de 8,5m e o píer externo, uma média de 12,0m. A ponte de acesso aos píers será elevada, em alguns locais, de forma a permitir o trânsito de embarcações da frota pesqueira artesanal e pequenas embarcações de passeio – lazer. Será melhor assegurar serviços em nosso próprio município para não perder serviços para portos vizinhos da região, segundo a opinião de alguns dos estivadores. A tendência será mais transferências por portos alternativos, com o aumento na linha de produção da antiga Vega do Sul, nos próximos meses. Houve muito tempo perdido para avançar no projeto que alavancará ao lado do Porto de São Francisco do Sul, a economia portuária local. Como estratégia no abastecimento, com as bobinas para alimentar a já consolidada produção na ArcelorMittal, esta logística via um terminal no Rocio Grande é mais seguro e prudente. Primeiro pela retirada de inúmeras carretas da BR 101 e 280. Segundo porque toda a operação necessitará de mão de obra francisquense e não de Itajaí como aconteceu recentemente. Neste caso a resistência ao desenvolvimento refletirá no atraso irrecuperável de mais serviços e empregos para nossa gente.

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Leia na íntegra no portal de São Francisco do Sul

Porto de Itajaí vira plano B

Matéria publicada no site da revista Portos e Navios em 6 de setembro de 2010.

Porto de Itajaí vira plano B

O excesso de demanda em São Francisco do Sul fez a Companhia de Navegação Norsul desviar um dos seus cinco navios na fila de atração para um terminal privado de Itajaí na última semana.

A empresa, que transporta bobinas de aço produzidas pela ArcelorMittal de Vitória (ES) para São Francisco, deve repetir o procedimento nos próximos dias.

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A Norsul defende a construção de terminais privados. A empresa tem um projeto, o Mar Azul, orçado em R$ 120 milhões.

– Lutamos para a construção do terminal Mar Azul, que reduziria os custos da ArcelorMittal e desafogaria o porto – afirma Herbert Markenson, diretor do projeto.

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Leia a íntegra no site da Portos e Navios.

Norsul recorre ao Porto de Itajaí

Matéria publicada no jornal A Notícia em 5 de setembro de 2010.

Norsul recorre ao Porto de Itajaí

Durante esta semana, a Companhia de Navegação Norsul optou por desviar um dos cinco navios que aguardavam para atracar em São Francisco do Sul para um terminal privado de Itajaí e de acordo com o armador da empresa, Herbert Markenson, uma segunda embarcação deve ser desviada nos próximos dias.

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“O ideal seria poder trabalhar com um berço dedicado, mas por ser público, o porto não pode nos oferecer isso. Por isso, lutamos para a construção do terminal Mar Azul, que reduziria os custos da ArcelorMittal e desafogaria o porto”, afirma Markenson, que é também diretor do projeto do terminal Mar Azul.

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Leia a matéria completa no site do jornal.

Congestionamento no porto

Matéria publicada no jornal A Notícia em 5 de setembro de 2010.

Congestionamento no porto

Pelo menos 33 navios estão na fila e esperam para atracar no terminal

As companhias de navegação que operam em São Francisco do Sul estão sofrendo com o congestionamento marítimo. Uma fila de pelo menos 33 navios aguarda para atracar no porto. A espera, que gera custos para as empresas e pode influenciar no preço final dos produtos, é resultado da coincidência de dois fatores: o aumento no volume de importação de aço e a reforma do berço 201 do terminal.

“A espera começou com o período de safra da soja, permaneceu com o aumento de importação de bobinas e chapas de aço, e hoje é de em média 15 dias. Os custos de um navio parado chegam a US$ 20 mil ao dia. No caso do metal, isso pode trazer um aumento de em média US$ 3 por tonelada”, explica o gerente da Orion Agência Marítima, William Ricardo Soares, que hoje tem pelo menos três navios na fila.

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Leia mais no site do jornal.

Porto superlotado

Nota postada dia 2 de setembro na coluna Livre Mercado de Claudio Loetz no jornal A Notícia

Porto superlotado

Ontem havia 17 navios parados no porto de São Francisco do Sul: cinco de fertilizantes, 11 com carga de aço e um de carga geral. A superlotação do terminal mostra as dificuldades de infraestrutura em tempos de crescimento dos negócios internacionais. Com o porto congestionado, na última semana a Norsul fez desembarques das bobinas para a linha de produção da ArcelorMittal pelo porto de Itajaí.

Leia a coluna

Norsul opera pelo porto de Itajaí

Com o Porto de São Francisco do Sul congestionado na última semana a Norsul utilizou um plano ‘B’ com desembarques das bobinas para a linha de produção da ArcelorMittal pelo Porto de Itajaí. Esta operação alternativa poderia ser evitada caso o Terminal Mar Azul já estivesse operando próximo a indústria. Para os trabalhadores portuários francisquenses significa perda de horas trabalhadas e uma fuga de receita para o município. Há de se considerar ainda o alto custo no transporte por rodovia e o tempo total desta operação marítima rodoviária.

A Norsul continua empenhada em agilizar as respectivas licenças para o início da implantação do novo porto na região Rocio Grande. A partir dai a garantia de mais empregos e receita para São Francisco do Sul serão reais e proporcionarão desembarque direto, seguro e ágil.

Ao Homen nada, ao siri tudo!

Editorial publicado no jornal Gazeta das Praias – 18 a 25 de agosto de 2010

AO HOMEM NADA, AO SIRI TUDO!

A ignorância econômica de um pequeno grupo ambientalista radical e de estrema desinteligência, confunde a opinião pública quanto a resposta para o desenvolvimento socioeconômico. É preciso entender de que a realidade para geração de novos empregos somente acontecerá com a implantação de projetos empreendedores no município. Não há outro caminho. Ou promovemos o progresso ou morreremos todos em favor da vida do siri e do caranguejo. O próprio direito universal do homem garante a habitabilidade e progresso da espécie humana. Então, vamos trabalhar pela evolução da família francisquense e exigir que estes novos projetos, a exemplo do Terminal Mar Azul, contemplem a harmonia com o meio ambiente e sustentabilidade rumo ao desenvolvimento oferecendo oportunidade de crescimento aos jovens que buscam um futuro melhor do que aquele que tiveram nossos pais e avós. Aceitar o grito sem eco de ambientalistas teóricos, será o mesmo que se trancar em uma caverna para todo o sempre e não evoluir. Devemos sim, preservar o nosso patrimônio ambiental e cultural. Mas, para isto não precisamos abrir mão de contribuir para a construção de um cenário mais promissor para toda a nossa gente. E esta é a missão de todos aqueles que ocupam um mandato político, representando sempre a vontade da maioria da nação francisquense, principalmente, os nossos legisladores que devem defender o crescimento econômico e a soberania do município. Poucos não são muitos. Portanto ao Homem todo o direito de sobreviver; ao siri…também. Isto é viver em harmonia. O demais é pura demagogia ambientalista.

Pró-empresas em São Francisco do Sul

Editorial publicado no jornal Gazeta das Praias na edição 312 de 28 de julho a 4 de agosto

Pró-empresas em São Francisco do Sul

Quem entra nessa barca furada contra o desenvolvimento de São Francisco do Sul deve pensar nas próximas gerações. Até quando dependeremos de Joinville para termos emprego e renda? Por que não ganharmos nosso salário em nossa própria cidade. Por que “travar e segurar” o progresso econômico da cidade? Será que lá em Joinville votam moções contra o nosso desenvolvimento? Será que eles se preocupam e votam moções contra a chegada de investidores à cidade, como a GM (General Motors) e tantas outras empresas que obviamente, derrubam morros, desmatam a mata da Floresta Atlântica?

Se em Joinville tem fábrica, indústrias, emprego e renda, obviamente tem um comércio forte, dinâmico e diversificado, por que em São Francisco do Sul não poder se desenvolver em harmonia com um ambiente sustentável? Se hoje o município não tem mais indústrias, não tem um comércio fortalecido, um segmento turisticamente consolidado, resta para nossa região um pobre e triste cenário de baixa renda e limitados empregos. Até quando suportaremos conviver com um economia fraca, pouco diversificada e sem competitividade? Aonde queremos chegar se continuarmos a ter que ir para Joinville para estudar, trabalhar, comprar e se divertir?

Estranho é observar de braços cruzados os vereadores joinvilenses que fecham os olhos para o avanço irregular sobre a área ambiental de Joinville e se preocupam com São Francisco do Sul como se fosse o quintal de sua casa. Não percebem eles que a maior agressão ao sistema ambiental Babitonga são os resíduos produzidos em Joinville? Como isso é possível um vereador tentar legislar em município alheio, se não conseguem resolver seus próprios problemas? Portanto, conclamamos a toda nação francisquense para lutar pelo desenvolvimento sustentável do município e que venham sim os empreendimentos necessários ao progresso desta geração e das que virão no futuro.

Agora vem a Paranapanema S/A, o porto da Mar Azul, entre outras que estão na pauta e aguardam o devido licenciamento para suas instalações e para começarem a operar e produzirem no município. Contrário são alguns joinvilenses que veraneiam em São Francisco do Sul que já estão se mobilizando contra estes empreendimentos. São pessoas que já têm a sua fonte de renda bem definida, bem resolvida, consolidada. Não precisam de nada da cidade além de conforto. Claro que serão contrários a um empreendimento que vai alavancar São Francisco do Sul. Na cabeça deles, deveria ser melhor que empresas como a Paranapanema fosse para Joinville. Ou não?

Enquanto que os municípios vizinhos têm vivenciado nos últimos anos a vinda de bons e grandes empreendimentos, que geram emprego e renda aos seus munícipes, como é o caso de Araquari, Piçarras, Barra Velha, Garuva e Itapoá que vivem novos momentos de suas histórias econômicas, São Francisco do Sul tem que se contentar em observar os seus vizinhos em uma arrancada acelerada para desenvolvimento e progresso de sua gente. Até quando? Fica a pergunta aos nossos filhos e herdeiros.

Resposta ao pescador

Editorial publicado no jornal Gazeta das Praias na edição de 28 de julho de 2010

Resposta ao pescador

Por Herbert Markenson, diretor do Terminal Marítimo Mar Azul

Recebemos com certo espanto a entrevista dada pelo pescador Pedro Paulo Varela a um jornal local de São Francisco do Sul. Com uma série de críticas ao Terminal Marítimo Mar Azul, ele mostra que ignora um projeto que ele mesmo, apesar de que já em 2008, teve acesso e pode como todos os francisquenses, opinar, questionar e propor alterações nas várias audiências públicas realizadas até então com a comunidade. Isso porque o Pedro participou das reuniões públicas aonde foram apresentados os empreendimentos Mar Azul, com destaque, o Terminal Marítimo.

Algumas posições do Pedro Varella, que tentam mostrar o Terminal Mar Azul como sendo um empreendimento nocivo e não “saudável” para a cidade de São Francisco do Sul, merecem respostas esclarecedoras. Uma delas é sobre o local de instalação do empreendimento, às margens da baía da Babitonga, junto à comunidade do Rocio Grande. É verdade que o local em questão , assim como tantas existentes em toda a baía, é uma área em que os pescadores atuam, todavia como é conhecido e público, o projeto de instalação do Terminal Marítimo Mar Azul teve muita atenção a esta questão quando foi concebido e elaborado. Por isso, optou-se pela implantação de uma plataforma sobre o mangue, preservando assim o meio biótico na sua quase totalidade, mantendo as características do local em condições de representar o menor impacto possível, bem como foi planejada a elevação da ponte de acesso ao píer, o que permitirá a livre passagem dos barcos dos pescadores, ao contrário do que querem fazer pensar alguns.

Observa-se aqui que, dos 76 mil metros quadrados de mangue da área dos empreendimentos Mar Azul, somente menos de 3 mil metros quadrados serão sombreados pelas estruturas da ponte de acesso aos berços de atracação do terminal.

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Hemily mais uma vez sobe ao podium

A atleta francisquense HEMILY GONÇALVES DE ALMEIDA, participou no dia 23 de julho de 2010, dos Jogos Universitários Catarinense,na cidade de Blumenau-SC., na modalidade de JUDO, alcançando um expressivo 2º lugar (vice-campeã), em 2009 a atleta ficou com a 3ª colocação.