Matéria publicada dia 10 de setembro de 2010 no site da revista Portos e Navios.
Novo terminal às margens da Babitonga
Itajaí, Navegantes, Itapoá estão na agenda como atrativos para exportadores, importadores e operadores nacionais na costa brasileira.
Tanta competitividade certamente retira as oportunidades dos nossos trabalhadores portuários. O moderno “ecoprojeto” de um terminal privado como o do Mar Azul traz em sua proposta uma oferta de empregos e mais receita para investir na infraestrutura da cidade.
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“Será melhor assegurar serviços em nosso próprio município para não perder serviços para portos vizinhos da região”, é a opinião de alguns dos estivadores. A tendência será mais transferências por portos alternativos, com o aumento na linha de produção da antiga Vega do Sul, nos próximos meses. Houve muito tempo perdido para avançar no projeto que alavancará ao lado do Porto de São Francisco do Sul a economia portuária local.
Como estratégia no abastecimento, com as bobinas para alimentar a já consolidada produção na Arcelor Mittal, esta logística via um terminal no Rocio Grande é mais seguro e prudente. Primeiro pela retirada de inúmeras carretas das BRs 101 e 280. Segundo, porque toda a operação necessitará de mão de obra francisquense e não de Itajaí, como aconteceu recentemente. Neste caso, a resistência ao desenvolvimento refletirá no atraso irrecuperável de mais serviços e empregos.
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