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Norsul opera pelo porto de Itajaí

Com o Porto de São Francisco do Sul congestionado na última semana a Norsul utilizou um plano ‘B’ com desembarques das bobinas para a linha de produção da ArcelorMittal pelo Porto de Itajaí. Esta operação alternativa poderia ser evitada caso o Terminal Mar Azul já estivesse operando próximo a indústria. Para os trabalhadores portuários francisquenses significa perda de horas trabalhadas e uma fuga de receita para o município. Há de se considerar ainda o alto custo no transporte por rodovia e o tempo total desta operação marítima rodoviária.

A Norsul continua empenhada em agilizar as respectivas licenças para o início da implantação do novo porto na região Rocio Grande. A partir dai a garantia de mais empregos e receita para São Francisco do Sul serão reais e proporcionarão desembarque direto, seguro e ágil.

Ao Homen nada, ao siri tudo!

Editorial publicado no jornal Gazeta das Praias – 18 a 25 de agosto de 2010

AO HOMEM NADA, AO SIRI TUDO!

A ignorância econômica de um pequeno grupo ambientalista radical e de estrema desinteligência, confunde a opinião pública quanto a resposta para o desenvolvimento socioeconômico. É preciso entender de que a realidade para geração de novos empregos somente acontecerá com a implantação de projetos empreendedores no município. Não há outro caminho. Ou promovemos o progresso ou morreremos todos em favor da vida do siri e do caranguejo. O próprio direito universal do homem garante a habitabilidade e progresso da espécie humana. Então, vamos trabalhar pela evolução da família francisquense e exigir que estes novos projetos, a exemplo do Terminal Mar Azul, contemplem a harmonia com o meio ambiente e sustentabilidade rumo ao desenvolvimento oferecendo oportunidade de crescimento aos jovens que buscam um futuro melhor do que aquele que tiveram nossos pais e avós. Aceitar o grito sem eco de ambientalistas teóricos, será o mesmo que se trancar em uma caverna para todo o sempre e não evoluir. Devemos sim, preservar o nosso patrimônio ambiental e cultural. Mas, para isto não precisamos abrir mão de contribuir para a construção de um cenário mais promissor para toda a nossa gente. E esta é a missão de todos aqueles que ocupam um mandato político, representando sempre a vontade da maioria da nação francisquense, principalmente, os nossos legisladores que devem defender o crescimento econômico e a soberania do município. Poucos não são muitos. Portanto ao Homem todo o direito de sobreviver; ao siri…também. Isto é viver em harmonia. O demais é pura demagogia ambientalista.

Pró-empresas em São Francisco do Sul

Editorial publicado no jornal Gazeta das Praias na edição 312 de 28 de julho a 4 de agosto

Pró-empresas em São Francisco do Sul

Quem entra nessa barca furada contra o desenvolvimento de São Francisco do Sul deve pensar nas próximas gerações. Até quando dependeremos de Joinville para termos emprego e renda? Por que não ganharmos nosso salário em nossa própria cidade. Por que “travar e segurar” o progresso econômico da cidade? Será que lá em Joinville votam moções contra o nosso desenvolvimento? Será que eles se preocupam e votam moções contra a chegada de investidores à cidade, como a GM (General Motors) e tantas outras empresas que obviamente, derrubam morros, desmatam a mata da Floresta Atlântica?

Se em Joinville tem fábrica, indústrias, emprego e renda, obviamente tem um comércio forte, dinâmico e diversificado, por que em São Francisco do Sul não poder se desenvolver em harmonia com um ambiente sustentável? Se hoje o município não tem mais indústrias, não tem um comércio fortalecido, um segmento turisticamente consolidado, resta para nossa região um pobre e triste cenário de baixa renda e limitados empregos. Até quando suportaremos conviver com um economia fraca, pouco diversificada e sem competitividade? Aonde queremos chegar se continuarmos a ter que ir para Joinville para estudar, trabalhar, comprar e se divertir?

Estranho é observar de braços cruzados os vereadores joinvilenses que fecham os olhos para o avanço irregular sobre a área ambiental de Joinville e se preocupam com São Francisco do Sul como se fosse o quintal de sua casa. Não percebem eles que a maior agressão ao sistema ambiental Babitonga são os resíduos produzidos em Joinville? Como isso é possível um vereador tentar legislar em município alheio, se não conseguem resolver seus próprios problemas? Portanto, conclamamos a toda nação francisquense para lutar pelo desenvolvimento sustentável do município e que venham sim os empreendimentos necessários ao progresso desta geração e das que virão no futuro.

Agora vem a Paranapanema S/A, o porto da Mar Azul, entre outras que estão na pauta e aguardam o devido licenciamento para suas instalações e para começarem a operar e produzirem no município. Contrário são alguns joinvilenses que veraneiam em São Francisco do Sul que já estão se mobilizando contra estes empreendimentos. São pessoas que já têm a sua fonte de renda bem definida, bem resolvida, consolidada. Não precisam de nada da cidade além de conforto. Claro que serão contrários a um empreendimento que vai alavancar São Francisco do Sul. Na cabeça deles, deveria ser melhor que empresas como a Paranapanema fosse para Joinville. Ou não?

Enquanto que os municípios vizinhos têm vivenciado nos últimos anos a vinda de bons e grandes empreendimentos, que geram emprego e renda aos seus munícipes, como é o caso de Araquari, Piçarras, Barra Velha, Garuva e Itapoá que vivem novos momentos de suas histórias econômicas, São Francisco do Sul tem que se contentar em observar os seus vizinhos em uma arrancada acelerada para desenvolvimento e progresso de sua gente. Até quando? Fica a pergunta aos nossos filhos e herdeiros.

Resposta ao pescador

Editorial publicado no jornal Gazeta das Praias na edição de 28 de julho de 2010

Resposta ao pescador

Por Herbert Markenson, diretor do Terminal Marítimo Mar Azul

Recebemos com certo espanto a entrevista dada pelo pescador Pedro Paulo Varela a um jornal local de São Francisco do Sul. Com uma série de críticas ao Terminal Marítimo Mar Azul, ele mostra que ignora um projeto que ele mesmo, apesar de que já em 2008, teve acesso e pode como todos os francisquenses, opinar, questionar e propor alterações nas várias audiências públicas realizadas até então com a comunidade. Isso porque o Pedro participou das reuniões públicas aonde foram apresentados os empreendimentos Mar Azul, com destaque, o Terminal Marítimo.

Algumas posições do Pedro Varella, que tentam mostrar o Terminal Mar Azul como sendo um empreendimento nocivo e não “saudável” para a cidade de São Francisco do Sul, merecem respostas esclarecedoras. Uma delas é sobre o local de instalação do empreendimento, às margens da baía da Babitonga, junto à comunidade do Rocio Grande. É verdade que o local em questão , assim como tantas existentes em toda a baía, é uma área em que os pescadores atuam, todavia como é conhecido e público, o projeto de instalação do Terminal Marítimo Mar Azul teve muita atenção a esta questão quando foi concebido e elaborado. Por isso, optou-se pela implantação de uma plataforma sobre o mangue, preservando assim o meio biótico na sua quase totalidade, mantendo as características do local em condições de representar o menor impacto possível, bem como foi planejada a elevação da ponte de acesso ao píer, o que permitirá a livre passagem dos barcos dos pescadores, ao contrário do que querem fazer pensar alguns.

Observa-se aqui que, dos 76 mil metros quadrados de mangue da área dos empreendimentos Mar Azul, somente menos de 3 mil metros quadrados serão sombreados pelas estruturas da ponte de acesso aos berços de atracação do terminal.

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Hemily mais uma vez sobe ao podium

A atleta francisquense HEMILY GONÇALVES DE ALMEIDA, participou no dia 23 de julho de 2010, dos Jogos Universitários Catarinense,na cidade de Blumenau-SC., na modalidade de JUDO, alcançando um expressivo 2º lugar (vice-campeã), em 2009 a atleta ficou com a 3ª colocação.

Patrocínio Ginástica Rítmica para crianças

Desde 2005 a Norsul vêm patrocinando o projeto Nadar, que oferece aulas de natação para cerca de 50 crianças de São Francisco do Sul e também um projeto de Ginástica Rítmica para crianças da região.

Ginástica Rítmica

Ginástica Rítmica

Ginástica Rítmica

Polêmica

Nota publicada na coluna de Rogemar Santos no jornal Notícias do Dia em 22/07/2010

Polêmica


Continua a polêmica pela moção apresentada pelo vereador joinvilense Adilson Mariano (PT) na Câmara de Joinville contra a instalação do Terminal Marítimo Mar Azul, em São Francisco do Sul. Tal moção aprovada fez os dois municípios entrarem em choque. Empresários cobram como um parlamentar eleito em uma cidade pode tentar influenciar na cidade vizinha? Isto também moveu alguns vereadores franscisquenses, que se reocuparam com as consequências quanto ao investimento no município.

Ocorre que o Terminal Mar Azul deve trazer muitas divisas, pois suas cargas são de siderurgia, fabricadas pela ArcellorMittal. O vereador Mariano já antecipou que sua única preocupação foi com o respeito ao meio ambiente.

Campanha pró-empresas

Editorial publicado dia 14/07/2010 no jornal Gazeta das Praias de São Francisco do Sul.

São Francisco do Sul deve urgentemente colocar em prática em níveis governamental, empresarial e comunitário uma campanha em prol do desenvolvimento econômico da cidade. O prefeito Luiz Zera está fazendo a sua parte. Na semana passada mesmo, recebeu em seu gabinete os executivos da empresa Paranapanema S/A, de São Paulo, que tem interesse em instalar na cidade a sua mais moderna fábrica de laminação de cobre. Um investimento de US$500 milhões que vai gerar mais de 400 empregos diretos e indiretos em nossa cidade.

Polêmico , mas importante – Outro grande empreendimento em nossa cidade, que certamente pode ser considerado um modelo de construção de baixo impacto, é o Terminal Marítimo Mar Azul. Os ambientalistas de plantão são contrários ao empreendimento e desatam um rol de impropérios contra a instalação do terminal e do Centro de Distribuição de Cargas. Para quem não sabe, as cargas são para alimentar a linha de produção da ArcellorMittal.

Quem conhece o projeto sabe que o projeto é bom, viável e ambientalmente correto. Se a Companhia de Navegação Norsul anuncia que atualmente, com o seu modesto escritório em frente ao restaurante do trapiche, já emprega francisquenses, é de se acreditar que a obra pronta irá gerar mais empregos e renda para a cidade. Assim como estão fazendo com o Mar Azul, estes “ambientalistas” também farão com a Paranapanema o mesmo, ou seja, com argumentos variados irão dizer que a instalação da Paranapanema será um desastre ambiental. E aí fica a pergunta: até quando São Francisco do Sul vai ficar à mercê de pensamentos antiprogressista quando na verdade estas mesmas pessoas deveriam lutar para projetar um futuro mais promissor para seus herdeiros e familiares. Este sim seria um papel cidadão responsável para consigo mesmo e para o futuro das próximas gerações.

Esta campanha irracional de “aqui não” nos levará a uma terra do “nunca teve”. Então é hora de mudar este paradigma e estimular sim um desenvolvimento socioeconômico sustentável e harmonioso com o meio ambiente. Isto é inteligente e não impede o sagrado direito de progresso da natureza humana. Portanto, que venham os bons empreendimentos. Que venham valorizar nossa bela área verde que possamos fazer aqui o nosso futuro, ainda que tardio.

O desenvolvimento será inevitável tanto lá como aqui em São Francisco do Sul

Matéria publicada em 14/07/2010 no jornal Gazeta das Praias de São Francisco do Sul

O desenvolvimento será inevitável tanto lá como aqui em São Francisco do Sul

A possibilidade de o Estaleiro OSX, de propriedade do grupo liderado pelo empresário Eike Batista, ser instalado em São João da Barra, no Rio de Janeiro, e não em Biguaçú, na grande Florianópolis, está deixando as lideranças políticas de cabelo em pé. Até o governador Leonel Pavan tomou partido e, na quarta-feira da semana passada, participou da comitiva que conversou com a Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

O empreendimento encontra resistência do Instituto Chico Mendes. Segundo o presidente da entidade, Ricardo Castelli, a área onde seria construído o estaleiro, é vizinha a três unidades de conservação (Reserva Biológica Marinha do Arcoredo, Estação Ecológica de Carijós e Área de Proteção Ambiental de Anhatomirim), e os conseqüentes impactos ambientais da obra naqueles ecossistemas, são as justificativas para o Instituto se manter firme em seu propósito contrário ao OSX. Castelli sugere três ambientes naturais do Estado como alternativas à instalação do Estaleiro OSX. Uma delas é a Baía da Babitonga, em São Francisco do Sul.

Mesmo com o posicionamento do Instituto Chico Mendes contra o estaleiro, os políticos fazem questão de que o OSX fique em Biguaçu. “A construção do estaleiro vai gerar muitos empregos e tributos e, além disso, vai fomentar toda a cadeia produtiva e inserir o estado nos projetos do pré-sal”, defendeu Jorginho Melo, salientando que os preceitos ambientais devem ser seguidos conforme rege a legislação, “mas não podem servir de desculpa ou de manipulação para impedir o desenvolvimento catarinense”.

A instalação do Terminal Marítimo Mar Azul, traz uma reflexão ao povo francisquense: enquanto aqui em São Francisco do Sul ambientalistas, políticos, sindicalista e empresários se posicionam contra um empreendimento que absorve modernas técnicas construtivas capazes de reduzir os potenciais impactos para a sua instalação – no caso, o Terminal Marítimo Mar Azul, na grande Florianópolis, onde o turismo prospera, onde se situa a capital do Estado, todos unidos, se posicionam a favor de um empreendimento de alto impacto ambiental, e que será construído no quintal de três unidades de conservação. Que dizer, para lá o discurso ambiental não serve, mas para cá, ele vale? Ou ainda, para os amigos a lei, aos inimigos, o rigor da lei? Como assim?

Dizem os defensores do Estaleiro OSX que o mesmo gerará “milhares de empregos” em Biguaçu, sem esclarecer exatamente se serão empregos diretos, nem mesmo como isso será possível se é conhecido empreendimentos como o OSX não geram não mais do que 3.500 empregos, diretos e indiretos. Parece que nessa defesa exaltada de políticos favoráveis ao OSX falta clareza sobre os reais interesses sociais e econômicos. A sociedade civil ainda espera argumentos fundamentados em dados, não em falácias, coisa que até o momento não foi exposto de maneira transparente.

Já o Terminal Marítimo Mar Azul, em São Francisco do Sul, está à frente no quesito “transparência”. Todo o projeto de instalação e prospecções futuras do empreendimento estão disponíveis em www.terminalmarazul.com.br. Por ser público, é possível saber que o terminal gerará em São Francisco do Sul, com baixíssimo custo ambiental, no mínimo, 120 empregos diretos em todas as categorias e níveis de qualificação e formações.

O empreendimento também vai naturalmente retirar quatro mil carretas de caminhões do Centro da cidade, reduzindo o tráfego destes caminhões de oito quilômetros (da ArcellorMittal ao Porto de São Francisco do Sul), para 2,5 quilômetros. Isso sem falar que as barcaças da Norsul, são registradas na cidade, gerando emprego e renda, portanto, ao município.Ainda tratando sobre o aspecto ambiental, o Terminal Marítimo Mar Azul, quando instalado, terá preservado na integridade 76 mil metros quadrados de mangues, as características naturais e paisagísticas de mais de 70% da área onde se pretende instalar o “sítio” deste moderno empreendimento em São Francisco do Sul.

O que vale mais?

Enquanto a Prefeitura de São Francisco do Sul vem conversando com empresários brasileiros e estrangeiros de olho no desenvolvimento econômico de São Francisco do Sul – fundamental – para a cidade, entidades que se autodenominam protetoras do meio ambiente fazem de tudo para fazer com que o potencial do município para o futuro fique restrito a exploração dos espaços naturais que infelizmente tem uma contribuição restrita na geração de emprego e renda, e também, na qualidade de vida dos cidadãos franscisquenses.

Em e-mail recentemente multiplicado pela internet questionando o posicionamento do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, que indicou a baía da Babitonga como um dos locais potenciais para a instalação de um estaleiro, a bióloga Marta Cremer deixa claro o seu posicionamento atrasado e tacanho sobre o desenvolvimento econômico da cidade.
Cabe aqui um questionamento: o que seria melhor para a senhora Marta Cremer? Uma cidade sem a geração de emprego e renda, dependente dos municípios vizinhos da região Norte do Estado ou uma cidade com autonomia, preparada para o futuro e antenada com os melhores projetos empreendedores que se atentam obviamente à sustentabilidade ambiental?

O que seria de São Francisco do Sul se não fossem as poucas, mas importantes empresas que se instalam em seu território. Teriam os francisquenses a mesma renda e emprego se não existissem na cidade empresas pujantes e empregadoras, e duramente criticadas pela bióloga Marta Cremer?

O que a senhora Marta Cremer demonstra com seu pensamento atrasado e, por que não dizer, inconseqüente, é que, na verdade, ela pouco se importa com os cidadãos francisquenses. Sim, porque ela não depende da cidade para ganhar o seu salário. O mesmo pode-se dizer de algumas ONGs autodenominadas de ambientalistas e de alguns indivíduos que igualmente preocupam-se mais com questões comerciais e políticas do que propriamente com o crescimento de uma cidade que desde 1504 luta pra ser um grande centro de economia marítima.

Falando nisso, o Porto de São Francisco do Sul comemorou no dia 1º de julho 55 anos de atividades. O porto cresce e se desenvolve, e a custa de que? Das empresas que fazem dele a sua porta comercial para o mundo. Lutando como a senhora Marta Cremer luta para que a cidade de São Francisco do Sul torne-se, utopicamente, um santuário imaculado de proteção ambiental, onde qualquer fumaça mais mal cheirosa ou um píer que avance de forma ambientalmente correta sobre a baía da Babitonga, sejam alvos de ataques gratuitos e comprovadamente sem argumentos técnicos ou científicos, contrários ao desenvolvimento da cidade.

O que vale mais? Radicalizar de vez os empreendimentos propostos para o Município de São Francisco do Sul conforme bandeira da bióloga Marta Cremer e companhia não gerando emprego algum ou um emprego em um empreendimento sério e ambientalmente sustentável, como proposta do Terminal Mar Azul, que gere renda à população e ao município.